Last Notes
App de pirataria eu sou leigo rs, eu usava o YouCine quando era gratuito. De site tem uma porrada, tipo o Redecanais, Pomfy e outros. A maioria tá aqui:
https://pirataria.link/inicio
De app acredito que deve ter algum do Nostr que você consegue acessar a extranet com um plugin, extensão etc.
fale um app bom de pirataria, eu até esqueci uns kk
#nevent1q…78pt
Protestantismo e Brasilidade – Dilema Não Resolvido
Em sua infância, no interior empobrecido da África, o teólogo evangélico Tite Tienou foi à escola primária, onde teria a sua primeira lição de História. Seu país era, então, uma colônia francesa, os livros adotados vinham todos da França, e eram os adotados pelos estudantes da metrópole. Nada de referência à história da África ou do país, mas, a primeira lição começava assim: “Os nossos ancestrais, os gauleses”. Ou seja, a conexão cultural e ideológica do colonizado não era com as suas raízes, mas com o dominador: africanos descendentes de gauleses... Os impérios não dominam principalmente pelo uso da força (“hard power”), mas pela hegemonia, pela capacidade de fazer o dominado pensar a partir da ótica do dominador, e achar que está pensando os seus pensamentos (“soft power”), ou seja, se domina pela cultura. Com o pecado original, não apenas pessoas, etnias e classes oprimem outras (“relações assimétricas”), mas nações e Estados controlam outras: Império.
No tempo de Jesus, os saduceus eram assimilados colaboracionistas do Império Romano; os fariseus seus opositores pela “via pacífica”; os zelotes pela “via armada”, enquanto os herodianos se locupletam de uma monarquia títere corrupta, e os essênios se alienavam misticamente em suas comunidades monásticas.
Uma coisa, como dado objetivo, é a presença de estrangeiros, com o Protestantismo de Imigração no Brasil, debatendo, em alemão, temas irrelevantes como “Luteranidade e Germanidade”, bem como a presença idealista e sacrificial dos pioneiros do Protestantismo de Missão, com a exportação para nós das suas culturas (“o evangelho em roupagem anglo-saxã”, segundo Samuel Escobar), não dolosa ou maldosa em sua motivação, mas fruto de condicionamentos de uma“missão civilizatória” bem intencionada.
Outra coisa é quase dois séculos depois, e após vários episódios de busca sincera e competente de elaboração de uma aculturação/inculturação/pensamento e via nacional, sofremos uma enxurrada de textos e palestrantes (a maioria jogando na terceira e quarta divisões no “campeonato teológico” dos seus países de origem) explorando um mercado consumidor promissor, fazendo a cabeça, e tornando uma realidade, também no campo religioso, o que ironicamente se denominou no campo secular da América Latina, de “complexo de vira-lata”.
Não somente se adota, de maneira acrítica, escolas de pensamentos e métodos infalíveis importados, mas se carece de um selo de qualidade, uma espécie de“ISO 2012” religioso para se legitimar ou se valorizar qualquer coisa por aqui. Até o recente e questionável título de “apóstolo” somente é reconhecido quando se porta um certificado de uma entidade credenciadora com sede nos Estados Unidos.
Gilberto Freyre, o sociólogo-antropólogo, ex-batista, costuma afirmar: “Os protestantes nos deram bons gramáticos, mas não produziram literatos”. Os protestantes brasileiros, agravados pelo fundamentalismo e pela escatologia pré-milenista, pré-tribulacionista, estão todos dedicados à economia (agricultura, indústria e serviço), ao aparelho burocrático civil e militar, ou à área da saúde e da tecnologia, mas quase completamente ausente dos espaços construtores da cultura nacional: folclore, artes, literatura, filosofia, pensamento social.
A latinidade ibero-católica é rejeitada como “idólatra” e os traços culturais afro-ameríndios são jogados todos na lata comum da “feitiçaria”. Uma excepcional e peculiar experiência é a representada pelas igrejas macumbo-protestantes (ditas“neopentecostais”) em seu sincretismo, enquanto traços negativos (“mundanos”) da cultura brasileira (que se deveria “salgar” pela participação) como o campo político clientelista, corporativista são adotados, com orações pela propinas e dízimos das mesmas.
Em 14 anos como Bispo, lecionei apenas uma vez, em um dos nossos Seminários, a disciplina Teologia Latinoamericana, que, creio, nunca mais foi oferecida, como também tenho a forte impressão, é uma universal ausente nas“casas de profetas” das diversas denominações pátrias.
Em um congresso nacional de estudantes universitários evangélicos (ABU) quem dirigia a oficina sobre a literatura brasileira era um casal de missionários ingleses: ela especialista em Érico Veríssimo e Jorge Amado; e ele em Euclydes da Cunha. Na plateia, a quase totalidade dos nossos estudantes jamais havia lido um romance ou um livro de poesias de um autor nacional...
A essa altura do campeonato, fica a pergunta: somos uma religião de“estrangeiros”, ou somos uma religião “estrangeira”, sem participação, sem pontes e sem influência com a cultura nacional?
Os crentes – artistas, literatos ou pensadores – que teimam em remar contra a maré, não terão audiência, nem editoras, nem respeitabilidade/credibilidade. Se, dependendo, da denominação, não forem “queimados” ou “disciplinados”.
Como o meu velho amigo Tite Tienou, entre os arbustos da “África Francesa”, aprendendo que era descendente de gauleses, nossos seminaristas, pastores e líderes, talvez possam iniciar o primeiro capítulo dos nossos livros de História recitando: “Nossos ancestrais, os Pais Peregrinos, quando chegaram no Mayflower...”.
Enquanto isso, meio quixotescamente, tenho tentado promover um Anglicanismo com face humana e morena, quando seria mais fácil sermos legitimados se apenas copiássemos as matrizes forâneas conservadoras. Talvez começando por“desordenar” as mulheres e os divorciados, ou, quem sabe, eleger como meu sucessor um estrangeiro, como é tão usual na América do Sul?...
Paripueira (AL), 08 de janeiro de 2012,
Anno Domini.
+Dom Robinson Cavalcanti, ose
Bispo Diocesano
### **BASTA UM SINAL**
Talvez você já tenha ouvido alguém dizer: “Se eu visse o Mar Vermelho se abrir, o maná cair do céu ou Jesus curar um cego, eu creria.” Ou porventura você mesmo já tenha pensado assim.
Por outro lado, por que deveria ser mais fácil crer hoje do que foi para as pessoas dos tempos bíblicos? Os israelitas não possuíam uma Bíblia completa nem tinham uma longa história do povo de Deus para refletir sobre ela, como nós. Moisés destacou a importância de lembrar a direção e a bondade de Deus (veja Dt 4:7-10; 8:2, 3). Diferentemente deles, nós contamos com 6 mil anos de história bíblica para aprender (veja Jo 20:30, 31).
Cada geração pede um sinal – e a nossa não é diferente –, mas os sinais estão à nossa volta. Em Mateus 24, vemos quantas coisas já se cumpriram e continuam se cumprindo.
Mesmo na época de Jesus, alguns pediam um sinal de que Ele era de fato o Filho de Deus, embora muitos sinais já tivessem sido dados. (Mc 8:11, 12).
Será que discutimos com Jesus e O colocamos à prova como fizeram os fariseus? Fazemos com que Ele “[suspire] profundamente” (Mc 8:12, NVI) por causa da nossa falta de fé, quando Ele já nos deu razões suficientes para crer?
“Esses sinais não eram aquilo de que os judeus necessitavam. Nenhuma prova meramente externa os beneficiaria. A necessidade deles não era de iluminação intelectual, mas de renovação espiritual” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações [CPB, 2021], p. 321). Não seria esse também o nosso caso: necessitados de renovação espiritual, de uma caminhada autêntica, real, passo a passo com Deus? Talvez não precisemos de mais um sinal, porque temos muita luz ao nosso alcance, especialmente em nossa própria Bíblia.
Em vez de fazermos Jesus “suspirar profundamente” por nossa falta de fé, lembremos o que Ele disse a Tomé: “Bem-aventurados são os que não viram e creram” (Jo 20:29; veja também Hb 11:1). Deus não nos pede uma fé cega, pois Ele já nos deu inúmeras razões para crer. E, ainda assim, mesmo com todas essas evidências, sempre há espaço para a dúvida. O segredo é focar o que fortalece a fé, não o que a enfraquece.
#bíblia #cristianismo #escolasabatina #fé #religião
Manhã fria.
Escuridão.
Verônica espreita.
O tempo cede.
Ela é o gelo.
Pele, sombra.
Cabelos de noite.
Sorriso, abismo.
Amor: sua trama.
Tece destinos.
Manipula os fios.
Almas se curvam.
Vidas se perdem.
Pague a bruxa.
Ouro inútil.
O fim te chama.
A vida, nada.
Seu olhar, desejo.
A chuva, sua batida.
Controle: sua teia.
O mundo em sua mão.
Da concha... espreita.
https://image.nostr.build/43b17acb23a6c66a9f438e1fa636e870006c67ad996f238698f6c1eac72faddb.jpg
Projeto Sola, Efésios 1:
https://song.link/s/6MPWaHNFvsGaTJpR2rWaHH
Infelizmente tem um pouco a ver, sim. Nunca vão saber o que o socialismo cai sozinho de podre se não deixar ele se alastrar.
eu não ligo
https://image.nostr.build/8212569798af569de86c075efaa3c945bad31759e3f326be4377be81a2503fb3.jpg
Isso é o grupo de assovio é muito bom, hahahahah 😂
Estou falando sobre mim. Imaginar um pobre usando Amethyst nem é necessário, só olhar no espelho.
Por @nprofile…k2d2
Sabe porque "tudo só acontece com você"? Porque você só pode olhar o mundo na sua perspectiva e tentar racionalizar a perspectiva dos outros pelo seu viés. E quanto menos você para pra pensar nos outros, mais o mundo parece ser seu inimigo particular.
Celebremos, então, ao fim de tudo — à noite eterna, ao passado que apodrece, ao espelho frio que devora nosso último pensamento: nada está vivo; nada é o que parece.
https://image.nostr.build/37649dd1d005f30f32657a1f9a0d9269037b6af56b5a738e506a67ffc7e3b805.jpg
O que está depois da vírgula não tem nada a ver com analfabetismo, analfabeto.
Não é porque sou analfabeto que não li o negócio
Nem preciso imaginar, é a realidade, xará.
Solta a voz, @nprofile…89yp .
O pessoal gosta de novidades, será o fenômeno musical do NOSTR para o mundo.
Na verdade lrmbrei que sei cantar iiooouuu noooro looni.
Só sei cantar: beeeeeeibé.
Não conheço uma música assim, mas tiver é ela mesma que sei cantar.
É preciso coragem para escrever história.
J̌á ouviu falar de Lua JIT?
Legal a tradução automática da versão F-Droid do Amethyst, muito melhor que a versão antiga da Play Store.
Zendaya é uma Maranahense que fala inglês e ganha em dólar.
Por @nprofile…cyhn
Bitcoin destrói o ditado de Orwell e fixa a verdade no tempo
https://blossom.primal.net/7de434051e1ea74c809c34755db3b3df4158ab40de8f84b29a5e20e0182b77e0.mov
Acabei de ver uma moça igualzinha a Mia Khalifa no ponto de ônibus.
Eu gostei que no começo, pelo menos, tentou utilizar a palavra 'novo'.
É porque de pé é mais efetivo. Ajuda se sentir bem.
... No final está escrito Marcus...
Por que apagaste a outra? 🤔
Hmm... SPA de pé? E não dá pra deitar ou sentar?
Mas... O comadre fofoqueira, @kripton , fofocou pra outros que o namorado mandou ele depilar os pelos da bunda...
Era uma vez um garoto chamado Marcos.
Ele chegou a São Paulo com uma mala leve e um cansaço antigo nos olhos — desses que não vêm do corpo, mas de dentro. Faculdade nova, vida nova… e nenhum dinheiro.
A casa apareceu como uma solução fácil demais.
Barata demais.
O homem que vendeu não fez perguntas. Não quis saber nome, passado, nada. Só entregou as chaves com pressa, como quem se livra de algo que ainda respira.
Na primeira noite, Marcos percebeu que o silêncio da casa não era vazio… era ocupado.
As malas se abriram sozinhas, lentamente, como se mãos invisíveis remexessem suas coisas com curiosidade doentia.
As luzes piscavam em intervalos irregulares — não como defeito, mas como se algo estivesse tentando se comunicar.
— Fiação velha… — ele murmurou, sem acreditar no que dizia.
Então vieram os sons.
Gritos abafados dentro das paredes.
Janelas batendo, mesmo sem vento.
Passos no corredor… sempre parando diante da porta do quarto.
Todas as noites eram assim.
Até que, numa madrugada sem lua, ele a viu.
No espelho.
Atrás dele.
Cabelos negros, longos e úmidos como se ainda carregassem água.
Vestido branco encardido, manchado em tons que a luz não revelava completamente.
E o rosto… não era raiva.
Era algo pior.
Era desespero.
— Vai embora… — a voz saiu rachada, como se tivesse atravessado terra.
Marcos virou devagar, o coração batendo errado.
— Não vou. Eu comprei a casa. Tudo aqui é meu.
O sorriso dela foi pequeno. Triste.
E errado.
As noites pioraram.
O sono deixou de existir. Os estudos começaram a falhar. E o pior: ela não ficava mais só na noite.
Ele a via de relance durante o dia. Reflexos distorcidos em vidros. Sombras onde não deveria haver nenhuma.
Sempre observando.
Sempre mais perto.
Desesperado, Marcos pesquisou a história da casa.
Uma mulher havia morrido ali.
O marido vendeu o imóvel poucos dias depois.
Nunca houve suspeito.
Nunca houve investigação de verdade.
Como se ninguém quisesse olhar de perto.
Marcos decidiu fazer algo… não por coragem, mas por exaustão.
Montou um pequeno altar na cozinha.
Uma foto impressa. Incensos baratos. Velas tremendo na penumbra.
Rezava todos os dias.
Pedia… não sabia exatamente o quê.
Paz, talvez.
Ou trégua.
E, aos poucos… a casa mudou.
Os barulhos cessaram.
As luzes pararam de piscar.
O ar ficou menos pesado.
Até aquela noite.
Ele chegou do trabalho com fome, arrastando os pés.
Parou na porta da cozinha.
Tudo estava… limpo.
Organizado.
Arrumado demais.
A panela fervia sozinha no fogão.
Legumes eram cortados por uma faca suspensa no ar.
O cheiro de peixe frito preenchia cada canto, quente e acolhedor — e absolutamente errado.
— O que… tá acontecendo…?
— Bem-vindo. A janta está quase pronta.
Ela apareceu.
Não como antes.
Agora havia algo… calmo nela. Quase humano.
Quase.
— O que você tá fazendo?
— Cozinhando. Eu não como mais… mas você sempre traz coisas pra mim. Reza por mim. — ela inclinou a cabeça, num gesto estranho. — Então agora eu cuido de você.
Os dias se tornaram rotina.
Faculdade. Mercado. Casa.
E ela.
Sempre lá.
Cozinhando. Limpando. Movendo objetos com uma delicadeza sobrenatural. Às vezes, possuía o aspirador, que se movia sozinho pelos cômodos como um animal obediente.
Quando amigos iam até lá… a casa não gostava.
Mesas tremiam. Luzes estouravam. Janelas batiam violentamente.
Ela não queria visitas.
Só ele.
Com o tempo… Marcos parou de questionar.
Eles assistiam filmes juntos à noite.
Ela sentava ao lado dele — ou algo próximo disso — enquanto ele comia.
Sempre olhando.
Nunca piscando.
— Sabe, Marcos… meu marido era um babaca.
— É…? — ele respondeu, já acostumado.
— Ele me traía. Com várias. — a voz dela não tremia. — Quando descobri… ele me bateu.
Silêncio.
— Quando eu pedi divórcio… — ela parou.
A temperatura da casa caiu.
— Ele… me matou.
Marcos engoliu seco.
— Não foi assalto?
Ela riu.
Um som baixo. Sem alegria.
— Claro que não.
— Você devia… contar pra polícia.
— Como? — ela se aproximou mais. — Eu não posso sair daqui.
Ele tentou sorrir.
— É… verdade.
— Sem graça.
— Foi mal…
Outro silêncio.
Mais pesado.
— Sabe… — ela continuou, mais baixa. — Nunca pegaram aquele filho da puta. Mas eu não ligo mais.
Ela olhou diretamente para ele.
Dessa vez… com algo diferente.
Algo que não deveria existir.
— Eu gosto de você.
— Eu também gosto de você…
— Me ama?
A pergunta ficou suspensa no ar.
Errada.
Muito errada.
Mas Marcos já não sabia mais o que era normal.
— Acho que sim.
Foi então que tudo que era “calmo” desapareceu.
Ela começou a sumir… lentamente.
Como fumaça sendo puxada para cima.
Mas seu rosto—
Seu rosto se contorceu.
Não de paz.
De terror absoluto.
Os objetos na cozinha começaram a cair. A panela estourou no chão. O prato do altar se espatifou, espalhando cinzas e restos de vela.
— Não… — a voz dela ecoou, distorcida. — Não, não, não—
A casa tremeu.
As paredes gemeram.
— EU NÃO QUERO IR!
A fantasma sumiu. Por mais que todos os dias Marcus deixasse uma oferenda no altar ela não estava mais em casa.
Fim
https://blossom.primal.net/0ff8f1006c9e890131a9abcdd687d4582fb002e62188467c9cd2d9789a0902bf.jpg
Eita logo história de terror 😬
Mas não consigo sacar:
https://npub1vxd0dfst8ljvwva2egrpc53ve8ru78v8aaxfpravchkexmfmmu3sqnrs50.blossom.band/97e84c5550d2d1aed3023d4a938378b0c3e73e882f86d7442b0580af5b03e386.png
Era uma vez um garoto chamado Marcos.
Ele chegou a São Paulo com uma mala leve e um cansaço antigo nos olhos — desses que não vêm do corpo, mas de dentro. Faculdade nova, vida nova… e nenhum dinheiro.
A casa apareceu como uma solução fácil demais.
Barata demais.
O homem que vendeu não fez perguntas. Não quis saber nome, passado, nada. Só entregou as chaves com pressa, como quem se livra de algo que ainda respira.
Na primeira noite, Marcos percebeu que o silêncio da casa não era vazio… era ocupado.
As malas se abriram sozinhas, lentamente, como se mãos invisíveis remexessem suas coisas com curiosidade doentia.
As luzes piscavam em intervalos irregulares — não como defeito, mas como se algo estivesse tentando se comunicar.
— Fiação velha… — ele murmurou, sem acreditar no que dizia.
Então vieram os sons.
Gritos abafados dentro das paredes.
Janelas batendo, mesmo sem vento.
Passos no corredor… sempre parando diante da porta do quarto.
Todas as noites eram assim.
Até que, numa madrugada sem lua, ele a viu.
No espelho.
Atrás dele.
Cabelos negros, longos e úmidos como se ainda carregassem água.
Vestido branco encardido, manchado em tons que a luz não revelava completamente.
E o rosto… não era raiva.
Era algo pior.
Era desespero.
— Vai embora… — a voz saiu rachada, como se tivesse atravessado terra.
Marcos virou devagar, o coração batendo errado.
— Não vou. Eu comprei a casa. Tudo aqui é meu.
O sorriso dela foi pequeno. Triste.
E errado.
As noites pioraram.
O sono deixou de existir. Os estudos começaram a falhar. E o pior: ela não ficava mais só na noite.
Ele a via de relance durante o dia. Reflexos distorcidos em vidros. Sombras onde não deveria haver nenhuma.
Sempre observando.
Sempre mais perto.
Desesperado, Marcos pesquisou a história da casa.
Uma mulher havia morrido ali.
O marido vendeu o imóvel poucos dias depois.
Nunca houve suspeito.
Nunca houve investigação de verdade.
Como se ninguém quisesse olhar de perto.
Marcos decidiu fazer algo… não por coragem, mas por exaustão.
Montou um pequeno altar na cozinha.
Uma foto impressa. Incensos baratos. Velas tremendo na penumbra.
Rezava todos os dias.
Pedia… não sabia exatamente o quê.
Paz, talvez.
Ou trégua.
E, aos poucos… a casa mudou.
Os barulhos cessaram.
As luzes pararam de piscar.
O ar ficou menos pesado.
Até aquela noite.
Ele chegou do trabalho com fome, arrastando os pés.
Parou na porta da cozinha.
Tudo estava… limpo.
Organizado.
Arrumado demais.
A panela fervia sozinha no fogão.
Legumes eram cortados por uma faca suspensa no ar.
O cheiro de peixe frito preenchia cada canto, quente e acolhedor — e absolutamente errado.
— O que… tá acontecendo…?
— Bem-vindo. A janta está quase pronta.
Ela apareceu.
Não como antes.
Agora havia algo… calmo nela. Quase humano.
Quase.
— O que você tá fazendo?
— Cozinhando. Eu não como mais… mas você sempre traz coisas pra mim. Reza por mim. — ela inclinou a cabeça, num gesto estranho. — Então agora eu cuido de você.
Os dias se tornaram rotina.
Faculdade. Mercado. Casa.
E ela.
Sempre lá.
Cozinhando. Limpando. Movendo objetos com uma delicadeza sobrenatural. Às vezes, possuía o aspirador, que se movia sozinho pelos cômodos como um animal obediente.
Quando amigos iam até lá… a casa não gostava.
Mesas tremiam. Luzes estouravam. Janelas batiam violentamente.
Ela não queria visitas.
Só ele.
Com o tempo… Marcos parou de questionar.
Eles assistiam filmes juntos à noite.
Ela sentava ao lado dele — ou algo próximo disso — enquanto ele comia.
Sempre olhando.
Nunca piscando.
— Sabe, Marcos… meu marido era um babaca.
— É…? — ele respondeu, já acostumado.
— Ele me traía. Com várias. — a voz dela não tremia. — Quando descobri… ele me bateu.
Silêncio.
— Quando eu pedi divórcio… — ela parou.
A temperatura da casa caiu.
— Ele… me matou.
Marcos engoliu seco.
— Não foi assalto?
Ela riu.
Um som baixo. Sem alegria.
— Claro que não.
— Você devia… contar pra polícia.
— Como? — ela se aproximou mais. — Eu não posso sair daqui.
Ele tentou sorrir.
— É… verdade.
— Sem graça.
— Foi mal…
Outro silêncio.
Mais pesado.
— Sabe… — ela continuou, mais baixa. — Nunca pegaram aquele filho da puta. Mas eu não ligo mais.
Ela olhou diretamente para ele.
Dessa vez… com algo diferente.
Algo que não deveria existir.
— Eu gosto de você.
— Eu também gosto de você…
— Me ama?
A pergunta ficou suspensa no ar.
Errada.
Muito errada.
Mas Marcos já não sabia mais o que era normal.
— Acho que sim.
Foi então que tudo que era “calmo” desapareceu.
Ela começou a sumir… lentamente.
Como fumaça sendo puxada para cima.
Mas seu rosto—
Seu rosto se contorceu.
Não de paz.
De terror absoluto.
Os objetos na cozinha começaram a cair. A panela estourou no chão. O prato do altar se espatifou, espalhando cinzas e restos de vela.
— Não… — a voz dela ecoou, distorcida. — Não, não, não—
A casa tremeu.
As paredes gemeram.
— EU NÃO QUERO IR!
A fantasma sumiu. Por mais que todos os dias ela deixasse uma oferenda no altar ela não estava mais em casa.
Fim
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Marca a laser, irá sentir menos dor 🤪
Se vai depilar o caneca é porque vai receber visita.
E um spa de pé igual dona @nprofile…4cvm ensinou
Depois de pedir uma pizza, próximo passo é marcar uma depilação 💅
### **52º aniversário de Laura Pausini**
A cantora italiana faz aniversário hoje.
Deve fazer uns oito anos que eu a acompanho e admiro muito seu mezzo soprano, sua criatividade, versatilidade de estilos musicais e idiomática também (quase sempre lança suas músicas em italiano, espanhol e francês, algumas em português).
Parabéns, Laurinha! Artista brilhante.
https://wim.nl.tabdigital.cloud/s/TrRfmY2giXyQEDM/download/.mp3
História começa com "era uma vez". espero ter ajudado.
@nprofile…gkdl cadê o video da moça apaixonada?
HAHAHA... calma, incel, um dia tu vai sentar num "clitóris" maior que o teu "pirulito" e tu vai gostar... mas, #nevent1q…eck9
Deixei de ser um Zé que permite ser abduzido por uma buceta.
Afinal toda mulher tem, caráter que falta em muitas.
#nevent1q…ywn2
Deixei de ser um Zé que permite ser abduzido por uma buceta.
Afinal toda mulher tem, caráter qye falta em muitas.
#nevent1q…ywn2
HAHAHA... alerta de secador de clitóris.
Este é o padrão das mulheres usarem seus corpos para provocar e conseguir o que deseja, seja um relacionamento ou algo casual.
Enfim, todo homem deve saber como se proteger, pois a mulher que usa seu corpo como arma, um dia sofre por não obter mais olhares.
#nevent1q…ugrq
Rapaz... Na lombar? 🤣🤣
complicado
Hehehe... hmm... peso 49kg. e posso cavalgar no teu lombo, se te deixar excitado... aguentarias o meu peso?
Almocinho agora. Bora de camarão! 🥘 😋
Ô trem que eu como sempre e nunca enjoo
Tu é engraçado, Insólito, mas...
Verônica é o que é por ter encontrado o amor, e, de nós, parece que ele — nosso refém — gosta mais dela do que de mim.