Indo direto ao ponto: pobres marginalizados, em favelas e regiões pobres do Nordeste/Sertão.
Eu não manjo muito sobre essa discussão de uma RBU, mas a lógica de uma renda feita para toda população, independente de ser rica ou pobre, e o fato disso vir de impostos (ricos pagariam mais e pobres menos), só me leva a crer que isso iria apenas detonar a economia. De fato uma RBU iria diminuir a pobreza de forma imediata, e parcialmente a desigualdade de renda, pois os impostos arrecadados seriam proporcionais com base no patrimônio da pessoa. Porém se você tem uma nação inteira que tem um valor fixo de renda integral (ex: R$500-R$600/mês), você terá um PIB consideravelmente menor, queda na valorização do real, se os gastos médios do afegão se deslocam de bens de consumo (como o pobre que tem iPhone rs) para bens básicos de sobrevivência (gás, cesta básica, boletos), a oferta de trabalho é alta e continuará sendo alta por um tempo após a implantação da RBU, porém uma demanda relativamente baixa. Porém , isso pode aumentar um pouco a taxas de trabalho de trabalho e diminuir a porcentagem do desemprego, pois a população sem o bolsa família, e com uma renda de apenas R$500 (valor fictício), tem as prioridades voltadas à uma 2° renda. Se a RBU for alta, o Brasil irá crachar em 6-8 meses pela queda brusca do PIB e a dependência integral da população sobre a renda, diminuindo a oferta de trabalho e os setores como mercados, agro etc.
Mals pelo textão rsrsrs.
