Sem dúvidas, esses caras têm os tentáculos em tudo; nem um mero "pão e circo" acontece sem que eles, por trás das cortinas, estejam dando as cartas. (Nenhum poder lhe seria dado se não viesse de baixo). Mas não adianta, vai tentar explicar uma porra dessa para um goyim, eles vão matá-lo. Pois, para eles, a verdade é um tipo de veneno. (Foram muitos anos ouvindo as mentiras dos "nossos senhores", a janela de Overton já está regulada desta forma).
Eles não têm nada: nem religião, moral, ética, princípios e, principalmente... propósito. Se não lhes for apresentado pelos "nossos senhores" como um cope para eles suportarem a sua existência insignificante, é uma forma de se sentirem especiais.
"Eles" dizem: "A vida é especial. Não importa a circunstância, você precisa continuar vivo. Afinal, estar vivo é o que importa, porque a vida é especial e blá-blá-blá". Tudo isso para o indivíduo não lutar pela sua liberdade. "Eu sou um baita escravo, mas ok, estou 'vivo', porque a vida é uma bênção e você deve ficar o tempo todo agradecendo pelo mínimo, como um cão".
"Aí, eu estou comendo pão com ovo, mas tenho que 'agradecer', pois tem gente que não tem nem isso". (Mas esse pão com ovo, ainda assim, é fruto do seu suor, não caiu do céu).
Não existe nada concedido nesse mundo. A liberdade deve ser conquistada à força.
