França vir aqui no Brasil gravar uma história brasileira só que do jeito dela. Apropriação, colonialismo.
E se fosse o contrário? Brasil ir na França gravar uma história francesa do nosso jeito? Seria feio?
Para mim, a assimetria está no dinheiro disponível, e na capacidade de fazer sua própria visão circular no próprio país, no outro país, e no resto do mundo.
Dito isso… que ironia o Emilia Pérez ser justamente um filme francês, né?