A palavra da mulher é, por direito, suficiente: quando ela fala, há nela uma verdade que não pede justificativas; ainda assim, injustamente, poucos lhe questionam e se for vista como mentirosa, é desacreditada sem clemência. Já o homem costuma ser tratado com suspeita, presumido culpado até provar o contrário. No fim, esses tais "seres de luz" eximir-se das próprias responsabilidades
