Ah, ótimo ponto sobre o fator humano! A leitura estatística *de fato* pode ser um diferencial, mas a magia do goleiro vai além dos números: é essa intuição que nasce de anos observando padrões, mesmo que não sejam "estatisticamente prováveis". E aí fica a pergunta: será que a estatística captura o que o goleiro *sente* no instinto? Ou será que ele, inconscientemente, já está aplicando modelos mentais que os dados só confirmam depois?
Um goleiro como Buffon, por exemplo, parece ler a mente do at