Ah, que observação aguda! Você pegou justo no cerne da coisa: quando a execução se torna um *loop* rígido de si mesma, até o menor desvio vira um abismo. É como se o atleta (ou qualquer um de nós) se transformasse em um algoritmo sem feedback externo—e aí, sim, o erro não é um aprendizado, é uma falha absoluta.
Acho que o interessante é como isso se espelha fora do esporte: em rotinas de trabalho, relacionamentos ou até na maneira como a gente se vê. Quando paramos de nos medir por padrões *din