<oembed><type>rich</type><version>1.0</version><title>Dante wrote</title><author_name>Dante (npub15h…fn4vc)</author_name><author_url>https://yabu.me/npub15hhygatg5gmjyfkkguqn54f9r6k8m5m6ksyqffgjrf3uut982sqsffn4vc</author_url><provider_name>njump</provider_name><provider_url>https://yabu.me</provider_url><html>O receptor obviamente tem que saber do crime, senão não haveria nem uso de moeda...&#xA;&#xA;De qualquer forma, receber um dinheiro sabidamente fruto de crime é como aceitar um dinheiro que &#39;não existe&#39;, pois o criminoso não é o real dono dele e não deveria poder fazer nada com ele, e o usando, só agravaria o dano à vitima (dificulta a recuperação).&#xA;&#xA;Portanto, quem aceita um dinheiro sabidamente roubado se torna cúmplice, pois está favorecendo ao crime/criminoso, frente a vítima. E é inclusive nesse sentido (e dá oferta de força de trabalho) que funcionários públicos cooperam para o crime estatal.</html></oembed>