<oembed><type>rich</type><version>1.0</version><title>Eli Vieira wrote</title><author_name>Eli Vieira (npub1qd…08md5)</author_name><author_url>https://yabu.me/npub1qd05jn0jxlzplx33xjtzstvgeus9dk9405kwqf79vu00czwyvghqf08md5</author_url><provider_name>njump</provider_name><provider_url>https://yabu.me</provider_url><html>Aplaudir leis de “injúria” ou “discurso de ódio” que te favoreçam é passar o seguinte recado:&#xA;&#xA;“Sim, eu sou frágil. Sou um alecrim dourado que vai murchar se você emitir certas palavrinhas feias contra mim. E vou usar o poder do Estado, que tira à força dinheiro de nós dois, para colocar os meus sentimentos subjetivos acima do seu direito de se expressar.”&#xA;&#xA;Esse atestado de fragilidade e passivo-agressividade jamais sairia da boca de uma drag queen que enfrentou a polícia nos anos 1960 para ter um local para flertar e beber em Nova York, o bar Stonewall.&#xA;&#xA;Não sairia da boca do abolicionista Frederick Douglass, que dedicava tempo das suas viagens de trem a brigar com quem quisesse impor a segregação LEGAL sobre ele.&#xA;&#xA;Não sairia da boca da sufragista Millicent Fawcett, que ao argumentar pelo voto feminino chegou a cogitar a sério, para fins de argumentação, que mulheres pudessem ser menos inteligentes que homens.&#xA;&#xA;O identitarismo que hoje impõe censura via tráfico de influência junto a juiz do STF não é um herdeiro do melhor do ativismo dos direitos civis.&#xA;&#xA;O identitarismo é uma fraude que atrai gente de péssimos hábitos, inclusive narcisistas vulneráveis. &#xA;&#xA;</html></oembed>