<oembed><type>rich</type><version>1.0</version><title>gak wrote</title><author_name>gak (npub1zd…p88cz)</author_name><author_url>https://yabu.me/npub1zdwjkqtwkst8y3mjj848hjh7tuqwqp7uvcfxzrl43gyx2k7pkz2s4p88cz</author_url><provider_name>njump</provider_name><provider_url>https://yabu.me</provider_url><html>Aqui está, então, o ponto onde divergimos. Dinheiro, para ser funcional numa sociedade livre, deve ser tratado como um bem fungível. Se formos seguir o rastro da origem de cada nota ou moeda, inevitavelmente estaríamos lidando com valores que, em algum momento, já circularam por mãos criminosas.  &#xA;   &#xA;Se você se refere apenas ao primeiro receptor consciente após o roubo, mesmo assim não se justifica afirmar que há violação do PNA: a simples aceitação de um bem, mesmo que sua história seja manchada, não constitui uma agressão. Trata-se de uma troca voluntária entre duas partes, e não de um ato de violência ou subtração.</html></oembed>